Nossa Seguros BFA EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK MEDIANOVA-FNC SOCIJORNAL
Qui, 13 Ago 2026
OPaís
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Angola traça caminho para reduzir peso da dívida pública até 2026

Jornal Opais por Jornal Opais
20 de Fevereiro, 2024
Em Economia

A estratégia busca um equilíbrio entre financiamento interno e externo, destacando a necessidade de evitar o financiamento externo para projectos de investimento público, a menos que as empresas locais demonstrem capacidade técnica e financeira para a execução

O Governo, buscando aliviar o impacto da dívida na despesa pública, tem como meta reduzir o seu peso para 45% até 2026.

A medida consta na Estratégia de Endividamento de Médio Prazo 2024- 2026, aprovada pelo Decreto Presidencial 52/24.

A Estratégia norteia os objectivos do Governo, priorizando empréstimos com prazos mais longos e períodos de carência de pelo menos cinco anos.

Entre Janeiro de 2022 e Junho de 2023, 25% dos desembolsos totais foram concessões exclusivas do Banco Mundial, conforme dados oficiais da Lei da Sustentabilidade das Finanças Públicas Esta abordagem visa optimizar o custo e a maturidade da dívida, alinhando-se com a busca por financiamento semiconfessional em termos de dívida externa.

A estratégia inclui a não colateralização em commodities, evitando o comprometimento da dívida em troca de petróleo.

Também se propõe limitar a concentração do serviço da dívida a curto e médio prazo, buscando reduzir a proporção actual de 63% para 45%.

A gestão financeira responsável é enfatizada, com a meta de não aumentar os gastos através da contratação de novos financiamentos.

Qualquer folga financeira resultante da gestão de passivos será direccionada para fortalecer a posição da tesouraria, enquanto despesas fiscais adicionais que dependerão exclusivamente de receitas ordinárias.

De acordo com o documento, para suavizar o perfil de vencimento da dívida, a estratégia favorece a contratação de financiamentos externos com prazos de reembolso entre 15 e 20 anos, acompanhados por um período de carência de, pelo menos, cinco anos.

Além disso, a busca por um equilíbrio entre financiamento interno e externo é evidente na estratégia, destacando a necessidade de evitar o financiamento externo para projectos de investimento público, a menos que as empresas locais demonstrem capacidade técnica e financeira para a execução.

Economista defende estratégia viável

Em reacção, o economista Eduardo Manuel, considerou que a estratégia é viável, sendo que Angola ao ter mais tempo para reembolsar os credores e contrair empréstimos semi concessionais, vai poder ter mais tempo para rentabilizar os empréstimos contraídos para os programas de diversificação da economia.

O país vai poder obter financiamento, continuou, vocacionados para projectos específicos, além disso, os prazos mais alargados vão ajudar a diminuir as prestações dos valores a pagar aos credores.

Relativamente ao não engajamento de financiamento com base em commodities como o petróleo, o especialista sublinha que isso obrigará Angola a apresentar garantias alternativas e que sejam aceites pelos credores, como um acordo entre as instituições financeiras e o Governo.

Eduardo Manuel enfatizou que ao limitar a concentração do serviço da dívida a curto e médio prazos vai obrigar Angola a cumprir os seus compromissos em prazos mais curtos, o que pode não ser benéfico neste momento, tendo em conta que é necessário um prazo mais alargado.

“A actual conjuntura económica que se atravessa não é favorável ao equilíbrio entre o financiamento interno e externo, visto que a liquidez do sector financeiro e o nível de poupança interna ainda não é suficiente para abdicar do financiamento externo”, explicou.

Explica que para que isso aconteça, precisa-se de ter um maior nível de poupança interna, ou seja, o nível de depósitos bancários terão que aumentar, e os bancos de forma autónoma, terão que ter liquidez para satisfazer os pedidos de empréstimos que forem solicitados.

 

Por: Francisca Parente

Recomendado Para Si

Grupo Acelerador Angola apresenta programa de transformação empresarial ao Porto do Lobito

por Jornal Opais
13 de Agosto, 2026

O presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Celso Rosas, recebeu, essa quarta-feira, 12 de Agosto, em audiência,...

Ler maisDetails

Ministro de Estado realça que PIB de 2024 registou crescimento mais robusto dos últimos anos

por Flávio da Costa
12 de Agosto, 2026

O ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, anunciou, esta quarta-feira, em Luanda, que o Produto...

Ler maisDetails

Angola arrecada mais de 8 mil milhões de dólares em receitas petrolíferas no II trimestre de 2026

por Jornal OPaís
12 de Agosto, 2026

Angola arrecadou em receitas petrolíferas cerca de 8,91 mil milhões de dólares norte-americano, fruto da exportação de 88,12 milhões de...

Ler maisDetails

OGE 2027 terá horizonte de despesa até 2028 e deverá cumprir metas do PDN 2023-2027

por Rita Fernando
12 de Agosto, 2026

O Executivo aprovou as instruções para a elaboração da proposta de Lei do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o...

Ler maisDetails

Mais Populares

  • Capotamento em Cabo Ledo faz seis feridos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • NUDEZ: a “perigosa” corrida em busca de fama nas redes sociais

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Prazo de inscrições para o ensino secundário e médio prorrogado até 7 de Agosto

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Sete dos 30 feridos do acidente no Cabo Ledo inspiram maiores cuidados

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.