EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Dom, 28 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Primeiro-ministro israelita apresenta “três pré-requisitos para a paz”

Jornal Opais por Jornal Opais
27 de Dezembro, 2023
Em Mundo

Num artigo de opinião publicado no Wall Street Journal, essa Segunda-feira, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, apresentou os seus “três pré-requisitos para a paz”

Poderão também interessar-lhe...

Número de mortos dos terremotos na Venezuela chega a 920

Ébola: RDC sobe balanço de mortos para 291

Teerão acusa NATO de cumplicidade na guerra travada contra o país

Para Benjamin Netanyahu, para que haja paz entre Israel e o Hamas, o movimento islâmico palestiniano deve ser destruído, a Faixa de Gaza deve ser desmilitarizada e toda a sociedade palestiniana deve ser afastada do radicalismo islâmico.

Por enquanto, Netanyahu avisa que a guerra com o Hamas “não está perto do fim” e promete expandir a ofensiva em Gaza.

Na opinião de Benjamin Netanyahu, para que a paz seja alcançada no Médio Oriente, o Hamas deve, em primeiro lugar, ser “destruído”.

“Para atingir esse objectivo, as suas capacidades militares devem ser desmanteladas e o seu domínio político sobre Gaza deve acabar”, escreveu o primeiro-ministro israelita num artigo publicado no Wall Street Journal.

“Os líderes do Hamas prometeram repetir o massacre de 7 de Outubro. É por isso que a sua destruição é a única resposta proporcional para evitar a repetição de tais atrocidades horríveis.

Qualquer coisa menos do que isso garante mais guerra e mais derramamento de sangue”, escreveu Netanyahu, garantindo que “os Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e muitos outros países apoiam a intenção de Israel de destruir o grupo terrorista”.

Em segundo lugar, Netanyahu defende a desmilitarização da Faixa de Gaza, defendendo que o enclave “nunca mais deve ser usado para atacar” Israel.

“Entre outras coisas, isto exigirá o estabelecimento de uma zona de segurança temporária no perímetro de Gaza e um mecanismo de inspecção na fronteira entre Gaza e o Egipto que atenda às necessidades de segurança de Israel e evite o contrabando de armas para o território”, afirma Netanyahu.

Respondendo às opiniões que defendem que a Autoridade Palestiniana deve administrar a Faixa de Gaza após a guerra, Netanyahu diz que a “expectativa de que a Autoridade Palestiniana desmilitarize Gaza é uma quimera”, acrescentando que Ramallah “não demonstrou nem a capacidade nem a vontade de desmilitarizar Gaza”.

Em vez disso, a Autoridade Palestiniana “financia e glorifica o terrorismo” na Cisjordânia “e educa as crianças palestinianas a ambicionarem a destruição de Israel”.

Desta forma, como terceiro prérequisito, Netanyahu defende que toda a sociedade palestiniana deve ser afastada do radicalismo islâmico.

“As escolas palestinianas devem ensinar as crianças a valorizar a vida em vez da morte e os imames devem parar de pregar a favor do assassinato de judeus”, defende o primeiro-ministro israelita.

“A sociedade civil palestiniana precisa de ser transformada para que o seu povo apoie a luta contra o terrorismo em vez de o financiar”, afirmou, acrescentando que isso exige “uma liderança corajosa e moral”.

“Quando o Hamas for destruído, Gaza for desmilitarizada e a sociedade palestiniana iniciar um processo de ‘desradicalização’, Gaza poderá ser reconstruída e as perspectivas de uma paz mais ampla no Médio Oriente tornar-se ão uma realidade”, concluiu Netanyahu.

O artigo não inclui como pré-requisito a libertação dos 129 reféns que foram capturados pelo Hamas no ataque de 7 de Outubro e que permanecem detidos pelos terroristas na Faixa de Gaza.

Netanyahu também não menciona a criação de um Estado palestiniano ou uma solução de dois Estados, como tem sido defendido pelo Ocidente.

Em vez disso, o primeiro-ministro israelita reiterou a ideia de que Israel assumirá o controlo de Gaza quando o conflito terminar – uma posição que o colocou em desacordo com a Casa Branca, que defende a governação de Gaza por uma Autoridade Palestiniana “renovada e revitalizada”.

Guerra “não está perto do fim” Por enquanto, Netanyahu avisa que a guerra com o Hamas “não está perto do fim” e promete expandir a ofensiva em Gaza.

Dirigindo-se a membros do seu partido Likud, depois de uma visita às tropas em Gaza, Netanyahu afirmou que a guerra “não está perto do fim” e avisou que os combates vão intensificar-se. “Não vamos parar.

Continuamos a lutar e vamos intensificar os combates nos próximos dias”, declarou Netanyahu, reforçando que “será uma longa batalha e não está perto de terminar”.

“Até eles (militares do Hamas) estarem acabados, nada menos do que isso”, disse Netanyahu às tropas israelitas em Gaza. Por sua vez, o líder do Hamas afirmou que o movimento radical palestiniano está cada vez mais perto de derrotar as forças israelitas.

 

 

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Número de mortos dos terremotos na Venezuela chega a 920

por Jornal Opais
27 de Junho, 2026

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, informou nesta sexta-feira (26) que o número de mortos no país...

Ler maisDetails

Ébola: RDC sobe balanço de mortos para 291

por Jornal OPaís
26 de Junho, 2026

O Governo da República Democrática do Congo (RDC) elevou para 291 o número de mortos e para 1.118 os casos...

Ler maisDetails

Teerão acusa NATO de cumplicidade na guerra travada contra o país

por Jornal OPaís
26 de Junho, 2026

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghai, acusou, ontem, a NATO de cumplicidade na “guerra de agressão...

Ler maisDetails

João Lourenço manifesta solidariedade à Venezuela após terramoto

por Jornal OPaís
26 de Junho, 2026

O Presidente da República, João Lourenço, manifestou solidariedade ao povo da Venezuela na sequência do terramoto que atingiu várias regiões...

Ler maisDetails

‎Embaixador de Cuba em Angola avalia oportunidades de cooperação no Huambo

28 de Junho, 2026

Cuanza-Norte prevê colher mais de 800 toneladas de café

28 de Junho, 2026

Pastor detido no Bié por abuso sexual de uma menor durante cinco anos

28 de Junho, 2026

Obras do Hospital Militar do Huambo atingem 48% de execução física

28 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.