EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Dom, 7 Jun 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • Publicações
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • Publicações
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Cidadãos pedem acções contra subida de preços da cesta básica

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Setembro, 2023
Em Economia

Cidadãos em Benguela, entre comerciantes e compradores, sugerem que o Executivo adopte medidas concretas tendentes a conter a subida de preços dos principais produtos da cesta básica, sendo o arroz aquele sobre o qual recai maior preocupação

Poderão também interessar-lhe...

Ministro Mário Oliveira perspectiva presença de mais de 200 startups no ANGOTIC 2026

PCA do Porto do Lobito destaca sustentabilidade como estratégia para a competitividade das infra-estruturas portuárias

Governador da Lunda-Sul reitera apoio ao sector do agronegócio para a diversificação da economia local

No maior mercado a céu aberto de Benguela, o 4 de Abril, para onde se tinha deslocado a reportagem deste jornal, alguns proprietários de armazéns, parte dos quais cidadãos eritreus, justificam a subida de preços com a desvalorização da moeda, associada à subida do dólar, moeda de compra.

Entretanto, há quem não se reveja em explicações como essas e acusa-os de serem responsáveis pela subida de preços, responsabilizando também o Governo, a julgar pelo facto de, nos últimos meses, os produtos da cesta básica serem os que mais registam tendência de subida.

Compradores e revendedores são unânimes em afirmar que, de entre os preços, o do arroz é o que mais preocupa, por ter registado subida exponencial.

De 13 mil kwanzas, um saco de 25 kilogramas custa agora 19.500, ao passo que o litro de óleo vegetal, que antes era comercializado a 1200 kz, hoje sai a 1700 kz, facto que tem vindo a causar um aperto às famílias locais, conforme justificaram os interlocutores.

Impotente, face ao cenário preocupante, a Fernanda Manuela restou apenas apelar ao bom senso do Governa, na perspectiva de adoptar medidas cujo objectivo seja, efectivamente, o de conter a onda de subida de preços. “Queremos que a comida baixe, está de mais.

As coisas estão a subir muito. Antes, pegávamos o arroz a 7500 kz, agora está 19 mil. É muito”, lamenta a vendedeira, “isso está muito mal. Vamos só pedir ao nosso pai João Lourenço para baixar só mesmo as coisas”, implora.

“Pensava que a esposa me enganava”

Graciano Dumbo, septuagenário, nunca se tinha sujeitado a compras, confiando essa tarefa à esposa.

De um tempo para cá, conforme explica, vinha dando conta de alguma reclamação da mulher de que o dinheiro posto à disposição não chegava, porque a comida estava encarecida no mercado.

Como não pretendia aumentar a renda mensal à mulher, decidiu, então, ele próprio ir às compras. “Está tudo caro.

Pensava que a minha esposa me andava a enganar. Epá, meu filho, as coisas aqui estão muito complicadas.

E a pessoa ganha pouco, nem chega para tanto. Assim sendo, tudo vai para a comida”, disse à reportagem deste jornal.

Helena Jamba reclama, igualmente, da subida do preço do açúcar, que saiu dos 600 kz para os mil kwanzas.

“E nós que compramos para vender também não conseguimos ter lucro, está mesmo muito difícil”, disse.

Em Benguela, essas reclamações surgem dias depois de a Carrinho Empreendimentos, entidade que até há bem pouco tempo geria a REA, ter denunciado a existência de determinados grupos de comerciantes que fomentavam informações sobre alegada falta de qualidade de alguns produtos nacionais.

O seu presidente do conselho de administração, Nelson Carrinho, esclarece que tal comportamento visa tão só comprometer a produção nacional e continuar a empurrar o país para a importação de produtos, sobretudo os que compõem a cesta básica, os quais Angola pode até produzir em grande escala.

Se produtos como arroz, açúcar, óleo, para citar apenas estes, registam alta de preços, o mesmo não se dá em relação aos chamados ‘produtos do campo’, como a batata-rena e doce, tomate, pimento e cenoura que baixaram, consideravelmente, no mercado, embora a cebola, nos últimos tempos, tende a encarecer, disseram alguns vendedores com quem este jornal contactou no 4 de Abril, que reclamaram falta de clientes.

Os nossos entrevistados sugerem medidas que passem, necessariamente, pelo fomento à produção nacional, sendo certo que é preciso, como dizem, potenciar os agricultores com insumos agrícolas, que também estão encarecidos no mercado.

 

Por: Constantino Eduardo, em Benguela

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Ministro Mário Oliveira perspectiva presença de mais de 200 startups no ANGOTIC 2026

por Flávio da Costa
6 de Junho, 2026

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, afirmou, este sábado, que está tudo a postos...

Ler maisDetails

PCA do Porto do Lobito destaca sustentabilidade como estratégia para a competitividade das infra-estruturas portuárias

por Jornal Opais
6 de Junho, 2026

O presidente do conselho de administração da Empresa Portuária do Lobito - EP, Celso de Lemos Rosas, destacou a importância...

Ler maisDetails

Governador da Lunda-Sul reitera apoio ao sector do agronegócio para a diversificação da economia local

por Jornal OPaís
5 de Junho, 2026

O governador da província da Lunda-Sul, Gildo Matias José, reafirmou hoje a necessidade de se prestar maior atenção ao capital...

Ler maisDetails

Presidente da República autoriza empréstimo de 30 milhões de euros para apoiar empresas nacionais

por Jornal OPaís
5 de Junho, 2026

O Presidente da República, João Lourenço, aprovou, recentemente, um empréstimo de 30 milhões de euros do Fundo para a Internacionalização...

Ler maisDetails

Embaixada de Angola na Polónia considera Manuel Augusto como “distinto diplomata”

7 de Junho, 2026

Campanha de rastreio do cancro abrange 100 pessoas com albinismo no Cuanza-Sul

7 de Junho, 2026

Obras de requalificação da cidade de Menongue com execução física acima dos 50%

7 de Junho, 2026

Trânsito parcialmente interditado no Benfica

7 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.