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Morte de recém-nascido pode “ressuscitar fantasmas” de troca de bebês na Maternidade do Lubango

Jornal Opais por Jornal Opais
13 de Março, 2023
Em Sem Categoria

A morte de um recém-nascido no Hospital Materno Infantil “Irene Neto”, na cidade do Lubango, cuja mãe de 19 anos de idade terá sido transferida do Centro de Saúde da comuna de Kapunda-Kavilongo, no município da Chibia, no dia 08 do mês em curso, está a levantar suspeições sobre eventuais casos de troca de bebé nesta unidade sanitária

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O facto, que gerou uma certa polémica no seio dos utentes da Maternidade Irene Neto, ocorreu na noite de Quinta-feira e está a “ressuscitar o fantasma” de uma suposta troca de bebes, conforme aconteceu num passado recente, segundo os familiares que falaram ao jornal OPAÍS. Os nossos interlocutores alegam que não foram informados sobre a morte do recém-nascido pelos técnicos de saúde que lhes deram a “boa nova” da chegada ao mundo do novo membro da família.

Segundo contam, os técnicos da Maternidade Irene Neto informaram inicialmente que o parto ocorreu sem sobressaltos e que no dia seguinte a parturiente e o bebé teriam alta médica. Josefina Mussungo, tia da parturiente, disse que os enfermeiros em serviço chegaram a pedir a roupa que o recém-nascido poderia usar quando fosse dada alta médica, no dia 10 do mês em curso.

Por isso, a senhora diz ter ficado surpreendia com a notícia posterior da sua morte. “A menina chegou aqui ao Hospital no dia 08 e no dia seguinte, 09, deu a luz. Fomos informa- dos que o parto ocorreu bem e que era uma menina, o que nos deixou muito felizes porque tinha nasci- do a nossa neta, e deveríamos voltar no dia seguinte,já com a roupa do bebe”, detalhou., acrescentando que “quando viemos a busca da mãe e da bebé fomos informados que a mesma morreu”. Para o espanto da família, a informação sobre o que se havia passado lhes foi transmitida em “primeira mão” por uma companheira de quarto da mãe da bebé.

Uma outra parente da parturiente, que preferiu o anonimato, disse que não tinham sido informados da morte da recém-nascida, por isso não faziam a mínima ideia de que tal infortúnio teria acontecido. “Desde que a menina entrou no hospital ninguém deu informação. Os familiares foram informados da morte por uma companheira de quarto, que, ao ter notado (nas visitantes) alguns traços semelhantes, disse que ela estava mal porque tinha perdido a bebê”, disse. Por outro lado, a nossa interlocutora questiona a omissão e o silêncio da equipa médica do Hospital Materno Infantil que esteve de serviço.

“Uma companheira de quarto é que vai passar as informações sobre uma paciente? O pessoal do hospital estava aonde, se tem o número dos parentes?”, questionaram Os familiares da parturiente questionam também os motivos que levaram a equipa médica a pedir que levassem a roupa da bebé no dia seguinte, porque suposta- mente já sabiam da sua morte. “Essas situações nos levam a questionar se de facto a bebé morreu”, desabafou, realçando que que “é mesmo a bebê dela ou trocaram? Porque não bate certo, se sabiam que já estava morta, porque não avisaram no momento em que pediam a roupa?”

“A possibilidade de isso acontecer é quase nula”, garante a maternidade

A nossa equipa de reportagem contactou a directora do Hospital Materno-infantil do Lubango, Irina Jacinto, para os esclarecimentos que se impõem em torno do facto. Em entrevista ao jornal OPAÍS, a responsável mostrou-se surpreendida com o ocorrido, afirmando que as informações sobre os pacientes, que são passadas pelos técnicos de saúde aos familiares, são recolhidas por uma equipa da Maternidade Irene Neto criada para o efeito.

“O que pode ter aconteci- do é um atraso na informação naquele momento, o que pode acontecer porque nós temos um fluxo de paciente muito grande, mas isso não é normal. É importante entender que a maternidade mudou-se há três dias”, afirmou. Relativamente à possibilidade de uma hipotética troca de recém-nascidos, Irina Jacinto revelou que as hipóteses de tal ocorrer são inexistentes. “Nós temos aqui três pontos de cheque na Maternidade, quando a paciente dá a luz, o recém-nascido é identificado com o nome da mãe, não sai daqui nenhuma paciente sem um registo e temos ainda o registo civil. A possibilidade de isso acontecer é quase nula”, garantiu.

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