Fórum Negócios & Conectividade
OPaís
Ouvir Rádio Mais
Dom, 31 Ago 2025
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouvir
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Petróleo teve melhor início do ano desde 2013

Jornal Opais por Jornal Opais
8 de Janeiro, 2018
Em Economia
Tempo de Leitura: 4 mins de leitura
0

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

O ano abriu com o preço do petróleo a atingir valores que já não se viam desde 2014, para o que contribuiu a quebra dos stocks e as condições climatéricas nos Estados Unidos e a animação no crescimento global. Num momento em que o preço do barril sobe pelo terceiro ano consecutivo e que a OPEP parece ganhar o braço-de-ferro com a produção de óleo de xisto os analistas interrogam-se se o actual valor do barril é sustentável.

Poderão também interessar-lhe...

João Lourenço inaugura amanhã Refinaria de Cabinda

Meta criou equipa de superinteligência para IA mas agora enfrenta as primeiras baixas

Economia mundial deverá crescer 2,5% em 2025 e 2,6% em 2026, antecipa economista

POR: Luís Faria

Cushing é uma pequena cidade de pouco mais de sete mil habitantes situada no meio do Oklahoma, um estado norte-americano que faz, a Sul e a Oeste, fronteira com dois estados com tradições petrolíferas, o Texas e o Novo México. Cushing também tem uma intensa participação na indústria do petróleo e hoje ocupa um lugar central na definição do preço da matéria-prima no mercado. O lugar da cidade como produtora de petróleo atingiu o apogeu nos anos da Primeira Grande Guerra. Em 1919 produzia 300 mil barris por dia, o correspondente a 3% da produção mundial, tornando-se também uma importante plataforma de refinação.

Mas a sua condição de estrela da produção começou a empalidecer nos anos 40 do século passando, sobrando então à cidade a grande capacidade de armazenamento de crude. Mais que isso, tornou-se uma verdadeira encruzilhada para dezenas de oleodutos, designadamente 13 dos principais. A cidade ganhou o estatuto de maior centro logístico de distribuição petrolífera nos Estados Unidos, ditando o nível de entregas que regista o preço do petróleo de referência comercializado nos Estados Unidos, o West Texas Intermediate (WTI), negociado na bolsa de mercadorias de Nova Iorque (New York Mercantile Exchange), que envia, em tempo real, para ecrãs de computadores e smartphones as cintilantes cotações da matéria-prima energética em tempo real.

Na última semana de 2017 o nível dos stocks em Cushing caiu para o menor nível desde Fevereiro de 2015 e abaixo da média dos últimos cinco anos, o que, associado às tempestades de Inverno que atingiram os Estados Unidos fez com que o preço do barril de WTI voltasse a valores que não eram vistos desde…2014. Os futuros de Brent para 2019, negociado na praça de Londres e referência para as ramas angolanas e mais de metade do mercado petrolífero global, subia a 4 de Janeiro, numa só sessão, USD 3,81, um recorde na história da negociação deste tipo de petróleo. Além do contágio do baixo nível de stocks norte-americano, o Brent beneficiou ainda da instabilidade política no Médio Oriente, designadamente da tensão no Irão, o terceiro maior produtor da OPEP e que vem recuperando a sua oferta petrolífera, outrora uma das maiores da região, do impacto das sanções impostas ao país até à celebração de um acordo com algumas potências ocidentais quanto ao seu programa nuclear.

Abrir 2018 em força

Desde 2013 que o valor da matéria-prima não iniciava um ano com tanta força, reflectindo a determinação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e os seus dez aliados de restringir a produção até ao final deste ano e o maior ‘aquecimento’ da economia mundial, com a Europa e os Estados Unidos a revelar boa passada no crescimento económico e, em consequência, no aumento da procura da matéria-prima energética. O efeito do aumento da procura pelas economias mais industrializadas está a bafejar as matérias- primas na sua generalidade. O crescimento da procura por matérias- primas pela manufactura europeia entusiasma as fábricas chinesas, que fazem por aproveitar o bom momento do mercado, colocando as maiores economias do mundo num alinhamento positivo.

O último ano abriu com o preço do barril de Brent nos USD 55 e o preço médio do ano acabou por situar- se neste valor. Acontecerá o mesmo a 2018, o terceiro ano consecutivo em que o preço do barril de petróleo sobe? O preço do barril de Brent fechará o ano com um registo médio de USD 65, depois de, nos primeiros dias de Janeiro e até ao final da última semana, ter conseguido um preço médio de USD 67,5, chegando, dia 4, a encerrar a sessão acima de USD 68? Tudo depende, como sempre, da resposta da produção norte-americana de petróleo de xisto, que a generalidade dos analistas prevê que suba para mais de 10 milhões de barris por dia a relativamente curto prazo se o preço de referência da matéria-prima se mantiver tão elevado.

Até acabar o último ano os produtores de óleo de xisto não deram sinais de vir a aumentar a produção, mantendo as mesmas 747 explorações que se encontraram activas no último trimestre. A possibilidade de o barril de Brent negociar acima de USD 60 este ano, sempre condicionada pelo braço de força entre a OPEP e a produção norte-americana de xisto, dependerá muito da evolução da procura mundial, da concretização das medidas proteccionistas de Donald Trump, o que acontecer valorizará o dólar com um efeito inverso sobre o preço da matériaprima, e da persistência de tensões geopolíticas. Os Estados Unidos querem (pelo menos a sua administração anuncia-o), por um lado, produzir mais e, por outro, suster o preço do petróleo a um nível elevado, que permita que a produção interna se expanda sem sacrificar a rentabilidade junto dos financiadores. E não faltará instabilidade geopolítica relacionada com o preço da principal matéria-prima energética.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

João Lourenço inaugura amanhã Refinaria de Cabinda

por Onesimo Lufuankenda
31 de Agosto, 2025

O Presidente da República, João Lourenço, vai inaugurar, nesta segunda-feira, 1 de Setembro, a Refinaria de Cabinda, um empreendimento crucial...

Ler maisDetails

Meta criou equipa de superinteligência para IA mas agora enfrenta as primeiras baixas

por Jornal OPaís
29 de Agosto, 2025

A Meta anunciou, em junho, a criação de uma equipa que intitulou de superinteligência, dedicada à área da inteligência artificial,...

Ler maisDetails

Economia mundial deverá crescer 2,5% em 2025 e 2,6% em 2026, antecipa economista

por Jornal OPaís
29 de Agosto, 2025

A Schroders divulgou esta semana a sua actualização trimestral sobre as perspectivas para a economia global, onde mantém a previsão...

Ler maisDetails

Brent segue em baixa com 67,14 dólares

por Jornal OPaís
29 de Agosto, 2025

O barril de petróleo Brent, para entrega em Novembro, abriu nesta quinta-feira as negociações no mercado de futuros de Londres...

Ler maisDetails
Fórum Negócios  Conectividade Fórum Negócios  Conectividade Fórum Negócios  Conectividade

Israel bombardeia subúrbios da Cidade de Gaza e deixa 18 mortos

31 de Agosto, 2025

João Lourenço inaugura amanhã Refinaria de Cabinda

31 de Agosto, 2025

Bombeiros resgatam corpo de criança Vítima de afogamento no Cunene

31 de Agosto, 2025

Corrida de 200 Km da Huíla acontece hoje

31 de Agosto, 2025
OPais-logo-empty-white

Para Sí

  • Medianova
  • Rádiomais
  • OPaís
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos

Radiomais Luanda

99.1 FM Emissão online

Radiomais Benguela

96.3 FM Emissão online

Radiomais Luanda

89.9 FM Emissão online

Direitos Reservados Socijornal© 2025

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouvir Rádio Mais

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.