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SINMEA defende criação de hospitais regionais de oncologia para “desafogar” Luanda

Jaime Tabo por Jaime Tabo
18 de Janeiro, 2023
Em Sem Categoria
Tempo de Leitura: 4 mins de leitura
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O Sindicato dos Médicos de Angola (SINMEA) apresentou, ontem, na Assembleia Nacional, a proposta de se construir, no país, mais três hospitais de oncologia, distribuídos nas regiões Norte, Sul e Leste, no sentido de se retirar a pressão posta sobre o único centro especializado neste tratamento, a operar em Luanda

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A proposta foi apresentada pelo presidente do SINMEA, Adriano Manuel, durante o segundo dia de auscultação aos parceiros sociais, no qual a Assembleia Nacional reuniu com vários departamentos ministeriais e responsáveis sindicais para recolher contribuições que visam o enriquecimento da proposta de Lei do Orçamento Geral do Esta- do (OGE) para o exercício economico do presente ano. Adriano Manuel reivindicou o facto de o país contar apenas com um hospital de oncologia, onde todos os doentes das 18 províncias acorrem.

Considerou urgente a necessidade de se criar outros, pelo menos nestas regiões, tendo em atenção também o elevado número de doentes oncológicos que o país regista. “Chamamos atenção ao facto de Angola ter um único hospital de Oncologia, que já não aguenta, se tivermos em conta o volume de doentes oncológicos que o país tem. Quem está no Moxico, por exemplo, e não tiver família em Luanda, acaba morrendo com qualquer patologia do fórum oncológico. Logo, há necessidade de se construir outros hospitais” argumentou.

De acordo com o médico pediatra, estas regiões tinham de ter pelo menos um hospital desta especialidade, com a finalidade de se evitar a necessidade de deslocação de doentes e acompanhantes de outras províncias para Luanda, uma vez que, disse, muitos dos que não têm familiares na capital morrem por falta de hospedagem no processo “pós radioterapia ou quimioterapia”. No sentido de se evitar que se continuem a registar casos de mortes por falta de meios financeiros da parte de pacientes, enquanto não existirem os regionais, o sindicalista sugeriu que o Governo criasse condições de hospitalidade de alojamento e de alimentação para os que não têm familiares na capital.

“Isso deve ser feito com apoio dos governos provinciais, que podem criar casas de passagens para que as pessoas que são sub- metidas a quimioterapia, para além de ficar no hospital por algum período, depois vão para estes locais e lá devem ser acompanhados por técnicos específicos”, apelou.

Enchentes no Oncológico

Pelo facto de ser o único a nível nacional, Adriano Manuel atesta que o Centro Nacional de Oncologia tem registado um cenário de enchente, já que não tem capacidade para dar resposta ao volume de doentes que o país tem, Alemão acusado de espionagem, das dificuldades que se observam nos aparelhos de ressonância magnética e de exames específicos, que, muitas vezes, se encontram inoperantes. Para o presidente do SINMEA, o país, com cerca de 30 milhões de habitantes, teria mais de um hospital de oncologia, já que, com- parou, Portugal tem três unidades hospitalares desta natureza, isto mesmo com uma população muito inferior a nacional. “Isso, de uma ou de outra forma, não é bom para o país”, salientou.

OGE prejudica malária

Na sua análise sobre as verbas destinadas ao combate da malária, o sindicalista considerou que esta causa foi prejudicada e que, além do facto de o sector da Saúde ser, habitualmente, um parente pobre do OGE, esta endemia – principal causa de morte do país –, deveria ter um valor maior se comparado com o da Tuberclose e da Covid-19. “Há exiguidade do Orçamento para a Saúde, essencialmente comparando com o da Defesa. Observamos um orçamento que prejudica aquilo que é a principal causa de mortalidade em Angola, que é a questão da malária”, disse, acrescentando que “o dinheiro da covid- 19 deve ser distribuí- do à malaria” e no da tuberculose deve-se retirar uma parte e colocar no orçamento da malária”. O sindicalista entende que esta dicotomia prende-se com fato de haver outros objectivos para beneficiar determinadas pessoas e instituições em detrimento do povo.

Sistema de saúde primário

Adriano Manuel afirmou que não existe qualquer país que imprimiu qualidade no seu sistema de saúde sem que antes fizesse um investimento sério no sistema primário. No entanto, disse, o Executivo angolano insiste a fazer fortes apostas na construção de hospitais de nível terciário, enquanto as comunidades não têm centros equipados e capacitados para responder casos básicos. “O que nós observamos aqui é que o Governo insiste no erro de investir no sistema de saúde curativo, em detrimento do sistema de saúde primário. O dinheiro que está a ser investido no Hospital Américo Boa Vida – não significa que o Hospital não precisa ser reabilitado –, não é uma prioridade”, entendeu.

Para o responsável desta organização sindical, a prioridade passa pelo melhoramento dos centros de saúde, com objectivo de diminuir o fluxo de doentes que acorrem para os grandes hospitais. “A nossa proposta continua a ser a de melhorar o sistema de saúde primário; de construir hospitais novos, mas com prioridade para o sistema de saúde primário. Alterar o orçamento para que a malária continue a ter o maior “bolo”, porque é a patologia que mais mata em Angola”, sublinhou. Na interpretação do médico, qualquer tentativa de se abordar o sistema de saúde curativo em detrimento do primário, os objectivos do Governo são contrários ao de diminuir a mortalidade em Angola.

Jaime Tabo

Jaime Tabo

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