Foi implementado ontem (22), pelo Ministério do Ambiente, o Plano de Acção Nacional de Eliminação Progressiva de Plásticos de Utilização Única (PLANEPP), uma iniciativa que visa mudar a forma como se produz, consome e se lida com o que é descartado. Fruto do projecto, passam a ser proibidos a produção, importação, comercialização e utilização de cotonetes e palhinhas com hastes de plástico, agitadores de bebidas de plástico e sacos plásticos com espessura inferior a 50 microns
Nesta primeira fase do PLANEPP, está também proibida a utilização de plásticos descartáveis em praias, áreas de conservação, museus e locais classificados como património cultural ou natural da Humanidade.
O anúncio foi feito no Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), em conferência de imprensa dirigida pelo secretário de Estado para o Ambiente, Iury Santos, tendo contado com a participação do secretário de Estado para a Indústria, Carlos Manuel de Carvalho, do inspector-geral da ANIESA, João Quiúma, e do administrador executivo da Agência Nacional de Resíduos, Joaquim António.
O PLANEPP prevê alternativas aos plásticos de utilização única, algumas das quais já se encontram disponíveis no mercado nacional e a preços competitivos, segundo afirmou Iury Santos. O responsável fez saber que o projecto é um compromisso que Angola assume com a redução da poluição por plástico e com uma transição progressiva para alternativas mais sustentáveis, economicamente viáveis e ajustadas à realidade do país. Com a implementação do PLANE- PP, o Governo pretende que, em Angola, o resíduo seja visto como recurso.
POR: Germano Notícia












