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“Nem todos homens aceitam ser liderados por mulheres”

Jornal Opais por Jornal Opais
10 de Março, 2018
Em Sem Categoria
Tempo de Leitura: 2 mins de leitura
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Ainda no âmbito da jornada Março Mulher, a nova comandante do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB) no Sequele, Kátia Sosso, revelou a OPAÍS os desafios que tem enfrentado ao liderar 140 efectivos.

POR: Afrodite Zumba

Kátia Sosso, 40 anos, casada e mãe de três filhos, exerce a função de comandante do Quartel do SPCB na Centralidade do Sequele. Desempenhando o cargo há pouco menos de dois meses, disse que atravessa uma fase de adaptação à nova função, antes da qual exerceu o cargo de Chefe da Secção de Extinção. Conciliar as responsabilidades familiares com o trabalho, onde conduz 140 efectivos, tem exigido de si certo “jogo de cintura”.

Ao relatar a sua experiência profissional a OPAÍS, revelou que há 18 anos encontra-se ao serviço deste órgão afecto ao Ministério do Interior. Diz que foi bem recebida pelos colegas, apesar de alguns deles, sobretudo homens, logo no dia em que foi apresentada, mostrarem “resistência” à sua liderança. “Afirmaram que não deveria ser eu a nova comandante, porque a comandante cessante tinha um adjunto, que na sua concepção, deveria ser o novo líder.

Nota-se um certo machismo, e nem todos os homens aceitam ser liderados por mulheres”, desabafou. Deste modo, confessou, tem procurado ser cautelosa nas suas acções, principalmente nos casos que envolvem punições. Ao passo que na formatura, período em que a sua função como comandante é mais evidente, procura ser objectiva, de forma a não manter os subordinados muito tempo de pé, expostos ao sol. Para si, tem sido uma tarefa desafiante, a qual procura exercer com empenho e esmero. Para tal, concluiu, conta com o apoio incondicional da família.

Não tenho horário fixo

Kátia Sosso afirmou que o seu horário varia com o movimento do quartel. Em períodos em que se regista pouco movimento, pode trabalhar das 8h00 às 16 h00, assim como determinadas ocorrências podem exigir que trabalhe até à madrugada. “Não tenho horário fixo. Tenho que estar sempre em prontidão, e o meu adjunto tem-me ajudado muito neste aspecto”, concluiu.

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