Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Sáb, 17 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Líderes das organizações femininas defendem mais dignidade e inclusão social

Jornal Opaispor Jornal Opais
29 de Março, 2018
Em Política

No âmbito das jornadas de reflexão Março/Mulher, a reportagem do Jornal OPAÍS , em Malanje, abordou as organizações femininas sobre “A Inclusão da Mulher nas Tarefas da Sociedade”. Pois, em torno do estabelecimento de igualdade de direitos entre homens e mulheres, actualmente, a luta pela emancipação, o combate à discriminação e a conquista da liberdade, são cada vez mais cerradasno que toca ao entendimento de que as mulheres devem ser valorizadas pelo potencial humano e intelectual que possuem

POR: Miguel José, em Malanje

A secretária provincial da Organização da Mulher Angolana (OMA), Joana de Jesus, defende que a inclusão da mulher nos vários domínios da sociedade e dos órgãos de decisão do Estado deve ser materializada de acordo com o mérito, ao invés ser pelas vagas estipuladas pelos homens. Joana de Jesus alega que nos dias actuais a mulher se deve entrosar melhor nos movimentos políticos e civis que dizem respeito às suas questões, em todos os aspectos possíveis, porquanto a luta pela participação da mulher na sociedade, embora haja uma corrente cada vez mais sustentada em razão da igualdade dos géneros, a sua inclusão no plano do exercício público precisa de mais esforço, para que se reduza o diferencial ainda existente. “Todos nós devemos ser iguais como seres humanos que pensam, que produzem e e querem o seu espaço na sociedade moderna, para podermos avançar, lado a lado, com todos aqueles que buscam a melhoria de igual modo”, refere.

Assim sendo, a responsável da OMA ilustra que na actual realidade do país ainda existe um défice bastante notável de inclusão das senhoras em cargos públicos, nos órgãos de decisão do Estado, principalmente na esfera dos governos locais. Mas, ainda assim, afiança que é um processo que, a seu tempo, com trabalho, formação, saber e persistência, as mulheres hão-de alcançar tal desiderato. Porém, embora considere sacrificante a luta que as mulheres enfrentam no seu dia-a-dia, diante dos vários problemas relacionados com seu enquadramento nos diversos sectores da vida social, a nível da província de Malanje e, principalmente, no sector económico, exorta à paciência e persistência toda sociedade feminina.

“A inclusão da mulher como membro da sociedade e capaz de ombrear de igual para igual com o homem, é um processo que vai levar o seu tempo, mas que está a ganhar espaço, à medida do tempo. Aliás, nós, mulheres, somos dotadas de paciência”, sublinha. Na mesma senda, a secretária provincial da Mulher Patriótica Angolana (MPA) da CASA-CE, Júlia da Silva, pese embora admitir serem poucas as mulheres que lutam empenhadamente para alcançarem o seu espaço em determinados domínios da vida pública, se calhar, por muitas delas não conseguirem enfrentar a batalha, ou por conformismo, ou por desconhecimento do seu real valor, exalta mais o envolvimento das organizações femininas (partidárias e civis), mobilizando esse grupo de mulheres com o objectivo de consciencializá-las a se desfazerem da ideia de esposas afáveis que só servem para lidar com as tarefas domésticas e de satisfazerem os “apetites” masculinos.

“A mulher tem que dar um basta nisso tudo e partir para uma igualdade entre todos; portanto, deixar de ser tratada como mercadoria sem qualquer valor, por amor para consigo própria”, realça. Quanto à ideia de que as mulheres só conseguem as vagas através de encomendas de A ou de B, que são concedidas pelos homens, Júlia da Silva considera de falaciosa e de não corresponder à verdade. Pois, assegura, actualmente as mulheres, através do trabalho que fazem e mediante as suas habilidades e capacidade intelectual, vêem que a sua inclusão em órgãos de decisão do aparelho funcional do Estado tem sido progressivo e inevitável. “Nós estamos, sim, habilitadas e capacitadas para dar o nosso contributo em todas as áreas, não apenas como mulheres, mas, sim, como membros da sociedade. Por isso, leve o tempo que levar (…) a nossa afirmação é inevitável”, desabafa.

Inclusão e a Condição Feminina

Ao longo da história, a mulher tem conseguido alguns espaços de fundamental importância para a sua participação no mundo político inclusivo, onde possa ouvir e ser ouvida, assim como ser parte activa das decisões, do meio em que estiver inserida. Mas, mesmo assim, o caminho a percorrer na busca da emancipação e da defesa dos seus interesses, constitui um enorme desafio, por existirem ainda barreiras de natureza, quer objectiva, quer subjectiva. Por assim ser, a coordenadora da Promoção da Mulher Angolana na Igreja Católica (PROMAICA), Eva Bernardo, diz que a sua organização tem-se dedicado à formação das mulheres, não só com base nos princípios religioso e bíblico, mas também na perspectiva dos direitos humanos, políticos e civis, para que elas se entrosem na vida social sem qualquer tipo de complexo e compreendam os fenómenos em seu redor.

Por isso, afirma que muitas as mulheres já são capazes de assumir cargos públicos com responsabilidade e muita competência. Por outro lado, embora reconheça que ainda há muito trabalho por se fazer, em torno da emancipação e da defesa dos seus interesses femininos, a líder das mulheres católicas de Malanje exalta as suas companheiras a dizer basta ao clima de subordinação e bloqueamento da sua participação nas actividades quotidianas da vida em sociedade. “A meu ver, porém, ainda não existem condições de se ter uma emancipação rápida das mulheres, no sentido da igualdade dos direitos e obrigações, mas tão somente queremos cada vez mais buscar o nosso espaço, em respeito a nossa dignidade”, reafirma.

Dignidade Feminina em Prol dos Desafios

Pelo sim ou pelo não, a mulher é um ser ‘frágil’, devido ao processo de despotismo que vem suportando ao longo da história, de tal modo que não será do dia para a noite que se vai acabar com a tendência masculina de manter a sua hegemonia perante a sociedade. Contudo, é necessário tempo para a mulher, no geral, em detrimento do passado, a partir do contexto actual, ter a consciência da sua real contribuição na sociedade, na busca da sua capacidade competente para que, por si mesma, se inclua em todos os campos da vida em sociedade. De acordo com a líder da organização feminina da Igreja Católica, a PROMAICA tem como finalidade despertar, defender e promover a mulher, no sentido de ocupar o seu lugar na família, na igreja e na sociedade, com dignidade. Assim, acrescenta, que o direito da mulher como ser humano deve ser sagrado, para que o mundo progrida e avance dentro dos princípios de equidade, de perseverança e de amor; pois, uma vida com atritos, com pelejas e ditadura, não pode progredir de maneira que proporcione a todos os seres humanos um clima de entendimento e bem-estar.

“A mulher tem de, em primeiro lugar, de ser formada e ter força de vontade para, com dignidade, conseguir inserir-se na sociedade. Mas tudo isso, também, depende da nossa coesão, longe de qualquer ideologia política ou credo religioso”, conclui. Na mesma sequência de ideias, a responsável do sector feminino do MPLA sugere haver mais oportunidades e mais comprometimento com a causa da mulher, para que elas possam se inserir dentro do actual contexto sócio-político que o país está atravessar. Para tal, sustenta que as mulheres devem ser mais unidas além das filiações partidárias, porquanto a defesa pelo interesse da dignidade feminina não tem cor, na luta pela emancipação e igualdade de género. “Nós , mulheres, podemos e devemos estar unidas para que a inclusão seja maior e que a nossa participação deve ser feita em conjunto e não em grupos”, defende. Portanto, resumindo e concluindo, as líderes das organizações femininas, em Malanje, apelam à coesão entre si, como chave do respeito, da identidade e da dignidade necessária para a promoção e inclusão social, que englobe todos os âmbitos da vida feminina,

Relacionados - Publicações

Divulgação de informações falsas na internet passa a ser crime no país com penas que vão até 10 anos de prisão

Entre divergência e optimismo: actores sociais reagem ao discurso sobre o estado da Nação

por Neusa Felipe
16 de Outubro, 2026

O...

Presidente da República apela a consenso parlamentar para desbloqueio da implementação das autarquias

Presidente da República apela a consenso parlamentar para desbloqueio da implementação das autarquias

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

O...

Angola admitida como novo membro na Célula Trilateral de Planeamento

Angola admitida como novo membro na Célula Trilateral de Planeamento

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Angola...

“A nossa capacidade de abraçar e perdoar é fundamental para construirmos um país próspero”

“A nossa capacidade de abraçar e perdoar é fundamental para construirmos um país próspero”

por João Feliciano
16 de Outubro, 2026

O...

PR inaugura hoje memorial em homenagem às vítimas dos conflitos políticos

Presidente da República defende preservação da história para evitar repetição dos erros do passado

por Onesimo Lufuankenda
15 de Outubro, 2026

O...

Presidente da República planta árvore na Assembleia Nacional

Presidente da República planta árvore na Assembleia Nacional

por Jornal OPaís
15 de Outubro, 2026

O...

Carregar Mais
Publicidade

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Polícia trava desvio de 10 toneladas de fertilizantes no Porto do Lobito

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Naufrágio de barco com 305 imigrantes deixa 139 mortos ao largo de Djibuti

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Celso Rosas considera Corredor do Lobito como aposta estratégica para transformar Angola num centro logístico da África Austral

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

Divulgação de informações falsas na internet passa a ser crime no país com penas que vão até 10 anos de prisão

Entre divergência e optimismo: actores sociais reagem ao discurso sobre o estado da Nação

por Neusa Felipe
16 de Outubro, 2026

O...

Presidente da República apela a consenso parlamentar para desbloqueio da implementação das autarquias

Presidente da República apela a consenso parlamentar para desbloqueio da implementação das autarquias

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

O...

Angola admitida como novo membro na Célula Trilateral de Planeamento

Angola admitida como novo membro na Célula Trilateral de Planeamento

por Jornal OPaís
16 de Outubro, 2026

Angola...

“A nossa capacidade de abraçar e perdoar é fundamental para construirmos um país próspero”

“A nossa capacidade de abraçar e perdoar é fundamental para construirmos um país próspero”

por João Feliciano
16 de Outubro, 2026

O...

PR inaugura hoje memorial em homenagem às vítimas dos conflitos políticos

Presidente da República defende preservação da história para evitar repetição dos erros do passado

por Onesimo Lufuankenda
15 de Outubro, 2026

O...

Presidente da República planta árvore na Assembleia Nacional

Presidente da República planta árvore na Assembleia Nacional

por Jornal OPaís
15 de Outubro, 2026

O...

Carregar Mais
Artigo Seguinte

Fraco investimento no ensino afastar Angola das metas de desenvolvimento

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM