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Educação e cultura – um funcionalismo necessário

Jornal OPaís por Jornal OPaís
12 de Maio, 2025
Em Opinião

Em função das múltiplas leituras interpretativas que se sustentam, primeiramente, a partir da realidade objectiva aferimos à luz do funcionalismo cognitivo que a educação e a cultura constituem-se como pilares sustentáveis na construção de saberes e na revitalização do conhecimento como motor de transformação da sociedade, do homem e suas obras, isto é, quer na dimensão estética, quer na dimensão antropológica, quer na dimensão espiritual, quer na dimensão ontológica, quer na dimensão humana.

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Pois, não se pode, em circunstância alguma, cogitar-se o existencialismo construtivo de uma sociedade em que a educação e a cultura sejam, cada vez mais, marginalizadas das plenárias institucionais e quotidianas.

Ora, entendemos que a sociedade que se quer próspera, que pretende ombrear com outras nos diversos domínios da vida humana, por exemplo, científica, racional, artística e até ética, que se fundamenta como progressista, indubitavelmente, terá de fazer da educação e da cultura sistemas funcionais e de agenda colectiva.

Por isso, que aproveitamos para reafirmar, que tanto a educação como a cultura não devem ser mercantilizadas, não devem ser testadas a partir de uma visão afunilada e, sobretudo, não devem ser projectos de propaganda sob suspeição de colapsarem entre si e concomitantemente servirem de estanque do desenvolvimento desejado.

Logo, importa realçar, assim como a educação, a cultura não se define na rasoalidade com que se produz como modo de vida, tendo em conta a realidade, que desagrega, que desestrutura, que promove o disfuncionalismo geracional.

Queremos com isto dizer que, fazer da educação e da cultura instrumentos de formalidade institucional implica, substancialmente, o sinalizar do cavernismo na modernidade.

Daí que, à luz do funcionalismo, conformar a educação e a cultura em dispositivos de projecção de sociedade deve constituir-se em agenda de Estado na perspectiva acumulativa e vinculativa.

Nos dias que correm e com os enormes desafios do contexto, tanto no panorama estrutural como conjuntural, compreendemos que a educação e a cultura devem, de forma explicita e implícita, ser operacionalizadas como vectores de transformações significativas.

E entende-se, aqui, na perspectiva da vitalização do saber cultural em prol do desenvolvimento. Por ora, subscrevemos que a educação que não for capaz de se impor, de transformar, de revolucionar, de questionar, de refutar, de pensar, de criar espaços de/para cidadania, de/para civismo, de/ para cooperação, de/para solidariedade, de/para cultura da transposição de sujeito e, sobretudo, de/ para patriotismo obviamente que terá dificuldades em responder os problemas do seu tempo.

Assim, a educação e cultura são entendidas e devem ser vistas como antídoto contra o disfuncionalismo sociocultural, educativo e fundamentalmente geracional. Adendamos, que as marginalizar é subter-se ao fatalismo existencial.

Partindo do pressuposto que os actos humanos obedecem também a lógica da forma como se constrói a educação e de como se visualiza a cultura. Em outras palavras, o valor semântico e simbólico que se atribui as duas ferramentas de iluminação das sociedades. Pois, até como se perspectiva a educação está predicada a cosmovisão cultural das comunidades.

Por: HAMILTON ARTES

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