As duas coreias estão numa fase pouco comum de aproximação, sobretudo se pensarmos que os dois países estão ainda tecnicamente em guerra. Mas agora é tempo de paz, de reencontros. As trocas de delegações desportivas e artísticas são prova disso mesmo. Se tudo correr bem, em breve teremos mais aberturas para o cidadão comum dos dois lados da fronteira. A questão agora é se o mundo poderoso vai aceitar este enamoramento entre coreanos. Seria bom, em termos de desanuviamento da tensão na península, mas como ficariam os interesses estratégicos das super-potências China, Rússia e Estados Unidos da América? Como reagiria o Japão? Teoricamente, uma possível reunificação coreana satisfaria a todos, até em termos comerciais, se não olhassem para um novo país tecnologicamente avançado e também com armas nucleares. Seria uma Coreia muito poderosa.
O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo
O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...











