EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK MEDIANOVA-FNC SOCIJORNAL
Qui, 9 Jul 2026
OPaís
Ouça Rádio+
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Separatistas catalães e o desafio de governar com líderes encurralados pela justiça

Jornal Opais por Jornal Opais
26 de Dezembro, 2017
Em Mundo

O presidente deposto catalão, Carles Puigdemont, falou à imprensa, em Bruxelas, para comentar o resultado das eleições regionais na Catalunha.

Poderão também interessar-lhe...

Marrocos procura “desforra” diante da França após eliminação nas “meias” do Mundial do Qatar

Irão avisa Trump: “Negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem”

Ataques bombistas em Damasco durante visita de Macron à cidade

Encorajados por uma vitória eleitoral que representa uma autêntica dor de cabeça para o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy, os partidos independentistas da Catalunha enfrentavam, esta Sexta-feira, o desafio de governar com os seus líderes na prisão ou no exterior. “Seja qual for o novo Governo da Generalitat, já sabe as consequências que tem em Espanha se não cumprir a lei”, afirmou esta Sexta-feira, Pablo Casado, porta-voz do Partido Popular, de Rajoy, numa advertência a Carles Puigdemont, o presidente catalão destituído depois de proclamar a Independência a 27 de Outubro.

Os partidos começaram, esta Sexta-feira, a examinar os resultados e definir posições para a nova legislatura, enquanto Rajoy presidiu uma reunião do seu partido em Madrid, depois da qual poderia fazer um pronunciamento. Elsa Artadi, que foi o rosto da campanha do partido de Puigdemont na sua ausência, afirmou que não acredita em problemas para alcançar um acordo com os outros partidos secessionistas.

“Não tenho nenhuma dúvida de que nos entenderemos”, disse.

Artadi pediu que os líderes independentistas retomem a liberdade ou possam retornar a Barcelona para assumir as suas cadeiras no Parlamento regional.Como aconteceu em 2015, os separatistas se beneficiaram de um sistema eleitoral que recompensa o voto nas zonas rurais e conquistaram a maioria absoluta sem receber 50% dos votos dos mais de cinco milhões de catalães que estavam registados para comparecer às urnas. A votação registou uma participação recorde de quase 82%.

Triunfo pessoal de Puigdemont

Os três partidos secessionistas receberam 47,5% dos votos, o que significa que não superaram a barreira simbólica que daria a vitória num referendo. O partido mais votado, tanto em votos como em cadeiras no Parlamento regional, foi o Cidadãos, cuja líder Inés Arrimadas prometeu lutar contra o independentismo. Esta foi a primeira vez que um partido abertamente antinacionalista catalão venceu as eleições. “Ficou mais claro (…) que a maioria social está a favor da união com o restante dos espanhóis e com o restante dos europeus, e que os partidos separatistas nunca mais poderão falar em nome de toda a Catalunha porque a Catalunha são todos”, disse Arrimadas ao comemorar a vitória diante de milhares de partidários em Barcelona. O Juntos pela Catalunha, a plataforma independentista do presidente destituído Carles Puigdemont, que está na Bélgica, foi o movimento separatista com mais cadeiras, 34, que somadas às 32 da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e outras quatro da anticapitalista CUP, superam as 68 da maioria absoluta. “A república catalã venceu a monarquia de 155”, afirmou Puigdemont em Bruxelas. “O Estado espanhol foi derrotado”, completou.

A vitória dos independentistas é um golpe para Rajoy, que decretou uma intervenção na autonomia catalã depois da frustrada proclamação de Independência e convocou as eleições, nas quais o seu Partido Popular conseguiu apenas três deputados, contra 11 na legislatura anterior. O cenário é complicado e provoca mais dúvidas do que certezas: a primeira delas é se o independentismo voltará a ter a capacidade de formar um Governo após uma legislatura difícil e com o orgulho ferido do vice-presidente catalão deposto Oriol Junqueras, da ERC. Junqueras preferiu ficar em Espanha e enfrentar a justiça, que o acusa de rebelião e sedição, e agora está na prisão, ao contrário de Puigdemont. O seu partido era favorito nas pesquisas, mas acabou em terceiro.

Cercados judicialmente

Também não está claro se alguns eleitos na Quinta-feira conseguirão assumir os mandatos, pois são suspeitos em um processo judicial por sedição e rebelião, crimes que podem resultar em penas de até 30 anos de prisão. Outra dúvida é saber se os separatistas, submetidos a um cerco judicial, seguirão pela via unilateral. O referendo de autodeterminação de 1 de Outubro, proibido pela justiça e duramente reprimido pela Polícia, precipitou os acontecimentos: no dia 27 do mesmo mês o Parlamento catalão proclamou a Independência e horas depois o Governo regional de Puigdemont foi destituído pelo Parlamento espanhol.

O movimento independentista ganhou força na Catalunha a partir de 2012, estimulado pelo mal estar provocado pela crise económica, a corrupção – que também atingiu o partido que liderou a causa, CiU, do então presidente Artur Mas – e a retirada de alguns artigos do Estatuto de Autonomia da Catalunha por parte do Tribunal Constitucional espanhol. Os independentistas protestaram nas ruas várias vezes nos últimos cinco anos, primeiro para exigir um referendo de Independência e no fim em protesto contra as detenções dos seus líderes.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Marrocos procura “desforra” diante da França após eliminação nas “meias” do Mundial do Qatar

por Jornal OPaís
9 de Julho, 2026

As selecções de França e Marrocos medem forças hoje em Boston, no Gillette Stadium, nos quartos-de-final do Campeonato do Mundo,...

Ler maisDetails

Irão avisa Trump: “Negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem”

por Jornal OPaís
8 de Julho, 2026

Trump ameaçou, na Segunda-feira, atacar infra-estruturas energéticas iranianas. Novo ataque a petroleiro no estreito de Ormuz, essa Terça-feira, adensa tensão...

Ler maisDetails

Ataques bombistas em Damasco durante visita de Macron à cidade

por Jornal OPaís
8 de Julho, 2026

O presidente francês está em segurança e reuniu-se, ontem, com o seu homólogo sírio, Ahmad al-Sharaa Dois ataques bombistas ocorreram,...

Ler maisDetails

Festa do desporto-rei observa hoje pausa após encerramento dos oitavos-de-final

por Jornal OPaís
8 de Julho, 2026

A vigésima quinta edição do Campeonato do Mundo, que se disputa no México, Canadá e Estados Unidos, regista, nesta Quar...

Ler maisDetails

Marrocos procura “desforra” diante da França após eliminação nas “meias” do Mundial do Qatar

9 de Julho, 2026

Director da Agricultura de Nambuangongo detido por garimpo ilegal de ouro

9 de Julho, 2026

Polícia Nacional diz que segurança morto na agência BAI da Cidadela terá reagido ao assalto

9 de Julho, 2026

Fórum vai reforçar liderança feminina na promoção da paz em África

9 de Julho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.