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Estados Unidos condenam“ firmemente” violência no leste da RDC

Jornal Opais por Jornal Opais
19 de Fevereiro, 2024
Em Mundo

Os Estados Unidos condenaram a escalada da violência no Leste da República Democrática do Congo (RDC), atribuída aos rebeldes do M23 e pediram o fim imediato das hostilidades

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Há cerca de 10 dias, os combates entre o M23 (Movimento do 23 Março), apoiado por unidades do exército rwandês, e as forças da RDC intensificaram-se na zona de Sake, a cerca de 20 quilómetros a Oeste de Goma.

“Os Estados Unidos condenam, firmemente, a escalada da violência no Leste da RDC devido às acções do grupo armado M23, apoiado pelo Rwanda e sancionado pelos Estados Unidos e pela ONU, incluindo as incursões na localidade de Sake”, de acordo com um comunicado difundido, no Sábado, pelo Departamento de Estado norte-americano.

“Esta escalada ameaça a vida de milhões de pessoas (…) Pedimos ao M23 a cessar imediatamente as hostilidades e retirar-se das posiões actuais em torno de Sake e Goma”, acrescentou o porta-voz Matthew Miller, no comunicado.

Washington condenou ainda o apoio do Rwanda ao M23, apelou para a retirada do exército ruandês da RDC e pediu a Kigali para “retirar os sistemas de mísseis terra-ar, que ameaçam a vida dos civis, dos soldados da força da ONU e outras forças de manutenção da paz regionais e humanitárias”, referiu Miller, na mesma nota.

Várias fontes disseram que a intensificação dos combates, nestes últimos dias, causaram dezenas de mortos e feridos, civis e militares. Grupo de rebeldes, predominantemente tutsi, o M23 surgiu em 2012 e, no final desse ano, ocupou brevemente Goma, antes de ser derrotado militarmente no ano seguinte.

Ressurgiu em Novembro de 2021, com críticas ao governo de não ter respeitado os acordos sobre a reinserção dos combatentes. Desde então, tomou vastos territórios na província do Norte-Kivu.

A RDC acusa o Rwanda e o M23 de quererem deitar a mão aos minerais do Leste do Congo O M23 afirma O M23 afirma defender uma parte ameaçada da população e pede negociações, que Kinshasa recusa, excluindo conversações com “terroristas”.

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