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Tempo médio de vida dos autocarros caiu de cinco para três anos

O tempo médio de vida útil dos autocarros caiu de cinco para três anos, segundo informou ontem, em luanda, o secretário de estado para os Transportes Terrestres, Jorge Bengui, durante a sessão temática “Comunicar por Angola”

Jornal Opais por Jornal Opais
3 de Julho, 2024
Em Destaque, Economia

Jorge Bengui sublinhou que a diminuição da vida útil desses meios de transportes é causada pela degradação das estradas e a falta de assistência técnica regular, apontando para a necessidade urgente de renovação frequente da frota para manter a eficiência e segurança do transporte público.

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Nos últimos seis anos, sublinhou, o país tem testemunhado um aumento na expansão dos transportes públicos, com um total de 1991 autocarros distribuídos nas 18 províncias. Este esforço faz parte do programa de melhoria do sector, visando aumentar a mobilidade e a eficiência no transporte de passageiros.

Jorge Bengui enfatizou que o programa de expansão dos transportes públicos, iniciado em 2019, beneficiou as províncias com diferentes quantidades de autocarros, sendo a província de Luanda a que recebeu o maior número (1009 autocarros).

As outras províncias, como Benguela e Huíla, receberam 110 e 113 autocarros, respectivamente. No total, 1991 autocarros foram distribuídos, abrangendo desde 32 veículos para Cuando Cubango e Cunene, até 95 para Huambo e 79 para Uíge.

O secretário de Estado destacou que, de 2017 a 2023, a transportação de passageiros aumentou gradual- mente, sendo que em 2022 registou-se o maior número de passageiros transportados, 195 milhões, comparado a 130 milhões em 2017. Esse aumento é atribuído ao maior investimento público e à introdução de autocarros articulados.

Em paralelo, o sector ferroviário também recebeu investimentos significativos. O Corredor do Lobito, sob concessão ao consórcio formado por Trafigura Group, Vecturis e Mota-Engil, gerou um prémio de assinatura de 100 milhões de dólares para o país. A concessão inclui a operação e manutenção do transporte ferro-viário de mercadorias ao longo dos próximos 30 anos, prometendo receitas fixas anuais de dois milhões de dólares, além de receitas variáveis ao longo do período de concessão.

Mais de 300 milhões de dólares em 10 anos

O Ministério dos Transportes está também focado em conectar o Caminho-de-Ferro de Benguela ao Caminho- de-Ferro de Luanda, com a reabilitação em andamento do trecho entre Zenza do Itombe e Cacuso, cobrindo 215 quilómetros. As rendas negociadas no sector ferroviário deverão proporcionar ao Estado angolano 319,4 milhões de dólares nos primeiros 10 anos, aumentando para 787,4 milhões na segundo década e 919 milhões nos últimos 10 anos da concessão.

Essas iniciativas reflectem o compromisso do governo angolano em modernizar e expandir as infra-estruturas de transportes,  proporcionando melhores serviços de mobilidade urbana e interprovincial, além de fortalecer a economia através de parcerias e investimentos estratégicos. Outras acções em curso incluem o fornecimento de 600 autocarros Volkswagen, como parte do pro- grama de expansão dos transportes públicos.

Este programa é financiado pelo Standard Bank, que está aguardando a conclusão das condições precedentes para o fecho do financiamento pelo Ministério das Finanças (MINFIN). Jorge Bengui sublinhou que a transformação digital e a descarbonização do sector dos transportes também são prioridades.

A implementação de um sistema de bilhética nos transportes urbanos de Luanda, Benguela e Lubango, a instalação de Centros de Controle Operacional nessas cidades e a criação da Empresa Nacional de Bilhética Integrada (ENBI) estão em andamento.

Além disso, o governo emitiu, até ao momento, 12 mil passes sociais para os transportes públicos de estudantes e, em breve, emitirá passes regulares, com a aprovação do pacote legislativo da electromobilidade ainda este mês.

O responsável enfatizou que, embora se tenha iniciado com os estudantes, este benefício social deve em breve ser alargado já aos idosos, portadores de deficiência e antigos combatentes.

Fonte: POR:Francisca Parente
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