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Governo considera FILDA como instrumento de atracção de investidores

A ministra de Estado para Área Social, Maria do Rosário Sambo, disse ontem que a FILDA constitui a principal bolsa de negócios do país, que se afigura como instrumento de atracção de investidores, financiadores, empresários e fomento de oportunidades de negócios

Patricia Oliveira por Patricia Oliveira
24 de Julho, 2024
Em Destaque

A responsável, que falava durante a abertura da 39.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), referiu que o Executivo angolano, na condição de agente facilitador dessa interação, procura assegurar que as reformas políticas e económicas possam influenciar positivamente no reforço de parcerias de economia real e a capacitação de maior volume de investimentos.

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Maria do Rosário Sambo sublinhou que a economia angolana regista uma recuperação no seu crescimento no ano de 2024, num contexto internacional ainda difícil, caracterizado pela prevalência de incertezas geopolíticas, geoeconómicas, bem como uma política monetária restritiva dos principais bancos centrais do mundo.

“Para o presente ano, prevê-se que o PIB angolano cresça 2,8 por cento em termos reais e este é afecto, unicamente, ao sector não petrolífero, ao qual se espera 4,6 por cento, impulsionando pelos sectores da agricultura, indústria transformadora, comércio, construção e energia”, disse.

Segurança alimentar

O ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns, realçou que o governo estabeleceu como objectivo principal garantir a segurança alimentar para que Angola seja capaz de produzir os alimentos que consome e tornar-se um elemento importante na segurança alimentar da região, do continente e do mundo.

Sublinhou, igualmente, que este objectivo está pautado nas iniciativas que vem acontecendo de carácter político e económico, de apoio, de suporte aos produtores nacionais, e não poderia ser feita apenas por angolanos.

O dirigente afirmou que, no processo de segurança alimentar, são bem-vindos todos aqueles que cooperam para tornar o país em um grande produtor de alimentos, auto-suficiente para a satisfação das necessidades dos angolanos.

“Aos empresários nacionais que fazem acontecer a produção nacional, estrangeiros que se juntaram para um futuro melhor para todos, muito obrigado e bemvindos à 39.ª edição da FILDA! Dentro deste espírito, este ano, teremos um pequeno pavilhão, que vai ser uma novidade, com a produção agropecuária do nosso país”, disse.

Por sua vez, o PCA da Eventos Arena, Bruno Albernaz, disse que a FILDA é a maior plataforma de negócios que acontece no país, e que “estes seis dias serão intensos, pois se espera que toda esta actividade que vai acontecer se traduza em investimento no país, aumento da produção nacional e na melhoria dos colaboradores e angolanos em geral, com uma área de 144 mil metros quadrados”.

Os números são surpreendentes nesta edição, em relação à edição passada. Por outro lado, irá acontecer o Fórum Angola e Portugal e Angola e Macau, bem como diversas conferências, lançamentos de produtos e culminar, no fim-de-semana, com os dias destinados à família.

A FILDA 2024 decorre até ao próximo domingo, 29, na Zona Económica Especial (ZEE), sob o lema: “A segurança e a Cooperação Internacional: o Binómio para a Diversificação da Economia”.

Patricia Oliveira

Patricia Oliveira

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