OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 26 Fev 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

BAI com USD 100 milhões para financiar 500 PME

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Março, 2018
Em Economia

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

São 500 as pequenas e médias empresas nacionais que vão beneficiar da linha de financiamento de USD 100 milhões que o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou a favor do Banco Angolano de Investimentos.

Poderão também interessar-lhe...

Porto do Lobito renova contrato de concessão do serviço de reboque com a Timoneiro por 15 anos

Venda de combustíveis na Pumangol aumentou 3% no último trimestre de 2025

Executivo reafirma apoio contínuo à SONANGOL nos 50 anos da empresa

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou uma linha de financiamento de USD 100 milhões a favor do Banco Angolano de Investimentos (BAI), destinada a apoiar o comércio internacional de 500 Pequenas e Médias Empresas (PME) em Angola. A decisão consta de uma informação daquela instituição internacional, citada pela agência Lusa, indicando que o financiamento foi aprovado na passada semana pelo conselho de administração e que se esperam ‘benefícios indirectos’ desta decisão nas subsidiárias do BAI em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. ‘Através do fortalecimento das relações bancárias correspondentes, fornecendo garantias sobre suas transacções comerciais internacionais’, especifica a informação do BAD. Segundo as últimas informações disponibilizadas pelo próprio banco, a estrutura do BAI é composta por 53 accionistas, dos quais 21 são empresas.

Liderado por Akinwumi Adesina, antigo ministro da Agricultura da Nigéria, o BAD refere que este financiamento, de USD 100 milhões (EUR 80,6 milhões) surge num momento em que os bancos comerciais angolanos ‘enfrentam dificuldades significativas na obtenção de moeda estrangeira para financiar a importação’, nomeadamente de produtos essenciais e bens de capital. ‘Como uma intervenção anticíclica, esta facilidade é semelhante a outras iniciativas fornecidas aos bancos locais na Nigéria e Gana num passado recente’, esclarece o BAD. Além de permitir que o BAI garanta ‘liquidez em moeda estrangeira’, para financiar actividades de exportação/importação de PME e empresas dos sectores não petrolíferos da economia angolana, o BAD refere que será ainda possível ‘apoiar os esforços para diversificar a economia’, através do programa ‘Angola Investe’. ‘Isso estimulará os investimentos nas indústrias extractiva, agrícola, pecuária e industrial, através da facilitação da importação de matérias-primas, bens intermediários e bens de capital’, sublinha a instituição financeira africana, estimando que o financiamento gere um retorno económico, em três anos e meio, de USD 700 milhões (EUR 565 milhões), nos sectores não petrolíferos.

A Lusa noticiou a 26 de Janeiro que o Governo angolano está a negociar um financiamento de tesouraria do BAD, de USD 700 milhões (EUR 565 milhões), mas que está condicionado pela implementação de reformas socioeconómicas em Angola. De acordo com informação constante do Plano de Endividamento Anual (PAE) de 2018, elaborado pelo Ministério das Finanças e ao qual a Lusa teve acesso, esse financiamento ao Estado angolano seria enquadrado para a execução de diversos projectos públicos. Contudo, lê-se no documento, ‘entendeu-se que os fundos poderão ser canalizados para o apoio à tesouraria’. ‘Entretanto, no respectivo financiamento está pendente a implementação de reformas estruturantes a nível sócio-económico do país que permitam melhorar a actual conjuntura macroeconómica’, acrescenta o PAE, sobre este financiamento em negociação com o BAD.

O presidente do BAD, Akinwumi Adesina, tinha já considerado, em Novembro, que é ‘absolutamente necessária’ a diversificação económica em Angola, mas que não implica um aumento da despesa pública, mas sim a criação de condições legais que impulsionem o investimento privado. ‘A diversificação económica não depende da despesa pública, depende dos incentivos que se criem para os privados entrarem nos sectores da actividade’, disse Akinwumi Adesina, em entrevista à agência Lusa, em Lisboa. ‘Os privados precisam de poder entrar na economia, e para isso está preciso estabilizar o ambiente macroeconómico e dar incentivos fiscais’, acrescentou o banqueiro, quando questionado sobre como pode Angola investir na diversificação económica atravessando uma crise de liquidez. Desde o início das actividades do BAD em Angola, em 1980, o banco já aprovou 43 empréstimos no total de USD 2.000 milhões (EUR 1.612 milhões) e as operações em curso incluem nove projectos na área das finanças.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Porto do Lobito renova contrato de concessão do serviço de reboque com a Timoneiro por 15 anos

por Jornal OPaís
26 de Fevereiro, 2026

A Empresa Portuária do Lobito e a Timoneiro – Sociedade Angolana de Serviços Marítimos, S.A. assinaram, nesta quinta-feira, 26, o...

Ler maisDetails

Venda de combustíveis na Pumangol aumentou 3% no último trimestre de 2025

por Jornal OPaís
26 de Fevereiro, 2026
JACINTO FIGUEIREDO

A venda de combustíveis ao consumidor, na operadora Pumangol, atingiu, no final do último trimestre, um volume de 178.179 Toneladas...

Ler maisDetails

Executivo reafirma apoio contínuo à SONANGOL nos 50 anos da empresa

por Flavio Cota
26 de Fevereiro, 2026

O secretáriode Estado para o Petróleo e Gás, José Barroso, reafirmou, nesta Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, em Luanda,...

Ler maisDetails

Mais de 30 empresas excluídas do Programa de Privatizações

por Flavio Cota
26 de Fevereiro, 2026

O Governo de Angola decidiu excluir trinta e nove empresas do Programa de Privatizações (PROPRIV), das 49 inicialmente previstas na...

Ler maisDetails

Porto do Lobito renova contrato de concessão do serviço de reboque com a Timoneiro por 15 anos

26 de Fevereiro, 2026

Namíbia tenciona experiência de Angola na exploração de hidrocarbonetos

26 de Fevereiro, 2026
JACINTO FIGUEIREDO

Venda de combustíveis na Pumangol aumentou 3% no último trimestre de 2025

26 de Fevereiro, 2026

Facul Editora e Ministério do Turismo lançam Colecção para dinamizar investigação científica no sector

26 de Fevereiro, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • O País
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.