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Angola aposta na transparência no sector extractivo com adesão à ITIE

Angola integra a Iniciativa Internacional de Transparência nas Indústrias Extractivas (ITIE), uma meta importante para a governança dos sectores de petróleo, gás e mineração. A decisão, conforme explicou José Alexandre Barroso, secretário de Estado para o Petróleo e Gás, foi voluntária e baseada nos princípios de transparência e eficiência que a iniciativa promove 

Jornal Opais por Jornal Opais
26 de Novembro, 2024
Em Economia

Desde então, Angola submeteu dois relatórios de conformidade, marcando avanços significativos na validação de dados financeiros e na abertura de processos administrativos.

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A adesão à ITIE foi um desafio estratégico para Angola, motivada pela necessidade de melhorar processos internos, garantir transparência em licitações, contratos e receitas, e combater práticas de corrupção.

José Alexandre Barroso, que falava durante a conferência de imprensa realizada pelo Comité Nacional de Coordenação (CNC) da Iniciativa da Transparência na Indústria Extractiva (ITIE-Angola), enfatizou que o objectivo é garantir que as informações sejam acessíveis ao público e utilizadas para promover o desenvolvimento económico e social. “Esta é uma oportunidade de provar que temos processos claros e auditáveis, que beneficiam não apenas o governo, mas toda a sociedade civil”, afirmou.

O segundo relatório, submetido em Setembro de 2024, já incluiu dados financeiros reconciliados entre o Ministério das Finanças e empresas como Catoca e Total, representando um passo importante na consolidação da confiança pública.

Desde Outubro, o documento está em processo de validação pela ITIE, que avaliará o cumprimento dos padrões internacionais e proporá medidas correctivas para aumentar a eficiência e a transparência.

Apesar dos avanços, o secretário de Estado reconheceu que o processo ainda apresenta desafios, como a necessidade de maior capacitação técnica e a adaptação dos sistemas administrativos para atender aos rigorosos padrões da ITIE.

Barroso acredita que os benefícios para Angola são inegáveis. “Essa iniciativa nos obriga a melhorar continuamente nossos processos e a criar sistemas robustos que sejam confiáveis e eficientes”, afirmou. Além da transparência, a adesão à ITIE também pode atrair investimentos ao proporcionar maior previsibilidade e segurança jurídica aos negócios. Para o governo, é uma oportunidade de fortalecer a credibilidade internacional e alinhar o país às melhores práticas globais no sector extrativo.

Validação como ferramenta de melhoria

O diretor regional da ITIE, Nassim Bennani, destacou que a validação é um processo contínuo e crucial para a adesão aos padrões de governança. Durante a conferência de imprensa realizada pelo Comité Nacional de Coordenação (CNC) da Iniciativa da Transparência na Indústria Extractiva (ITIE-Angola), Benani ressaltou a importância do envolvimento pleno de todas as partes interessadas, governo, empresas e sociedade civil na implementação das recomendações.

Afirmou que o objectivo final é garantir que a transparência nos sectores de petróleo, gás e mineração beneficie diretamente os cidadãos, fortalecendo o combate à corrupção e mobilizando recursos de maneira eficiente.

A divulgação pública dessas informações é considerada essencial para promover debates informados e decisões políticas mais eficazes. Segundo Nassim Bennani, o processo contínuo de aprendizado e melhoria é o que torna a ITIE uma ferramenta valiosa para governos que buscam alinhar governança com as demandas da sociedade.

Angola está entre os mais de 50 países membros da ITIE, uma organização que promove a transparência em toda a cadeia de valor das indústrias extrativas, desde a concessão de licenças até a gestão das receitas geradas.

No caso de Angola, os relatórios apresentados incluem dados detalhados sobre contratos, proprietários de blocos de petróleo e minas, além de receitas arrecadadas.

 

Por: Francisca Parente

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