Nossa Seguros BFA Expo_Huambo BFA FIB EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK SOCIJORNAL
Seg, 24 Ago 2026
OPaís
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Instituto Camões homenageia escritores por ocasião do Dia Mundial do Livro

Jornal Opais por Jornal Opais
17 de Abril, 2018
Em Cultura

Trata-se de Agostinho Neto, José Afonso e Manuel Alegre que por ocasião de mais um Dia Mundial do Livro, a assinalar-se a 23 deste mês, vão contar com uma revisita às suas obras, com leituras das respectivas biografias e extratos dos seus escritos

A iniciativa que terá como palco a biblioteca do Camões Centro Cultural Português em Luanda, no dia Mundial do Livro, a partir das 10 horas da manhã, visa assinalar a efeméride através da revisita dessas vozes poéticas, que partilham nas suas obras valores e princípios, que estiveram na base da “Revolução dos Cravos”, ocorrida a 25 de Abril de 1974, em Portugal.

A nota divulgada pelo Camões, realça que essas vozes estiveram ao lado dos que lutaram para derrubar o antigo regime, abrindo as portas à Liberdade, à Paz, à Democracia e ao fim do colonialismo.

“Estas ‘Vozes Poéticas do Mundo’, que partilham valores universais de Liberdade e Justiça colocaram o seu talento criador ao serviço da causa maior da Liberdade”, lê-se no documento.

Os homenageados

António Agostinho Neto nasceu na aldeia de Kaxicane, região de Icolo e Bengo, actalmente adstrita a província de Luanda. Ao concluir o curso liceal nesta mesma cidade (Luanda), viria a tornarse rapidamente uma figura proeminente do movimento cultural nacionalista que na década de quarenta conheceu uma vigorosa expansão em Angola.

Mudou-se para Portugal em 1947, para estudar Medicina na Faculdade de Medicina de Coimbra, e posteriormente na de Lisboa. Envolve-se, desde muito cedo na actividade política, sendo preso em 1951, quando reunia assinaturas para a Conferência Mundial da Paz em Estocolmo.

Após a sua libertação, retoma a actividade política, tornando-se representante da Juventude das colónias portuguesas junto do Movimento da Juventude Portuguesa, o MUD juvenil. Em Fevereiro de 1955 é novamente preso pela PIDE (Polícia Política) e, em Junho de 1957, é libertado.

Em Dezembro de 1962 foi eleito presidente do MPLA durante a Conferência Nacional do Movimento. Em 1970, foi-lhe atribuído o Prémio Lótus, pela Conferência dos Escritores Afro-Asiáticos. Com a “Revolução dos Cravos” em Portugal e a derrocada do regime fascista de Salazar, em 25 de Abril de 1974, Agostinho Neto regressa à Luanda no dia 4 de Fevereiro de 1975, sendo alvo da mais grandiosa manifestação popular de que há memória em Angola. Membro fundador da União dos Escritores Angolanos, foi eleito pelos seus pares primeiro Presidente da República, em 1975, ano em que proclamou, perante a Africa e o mundo, a Independência de Angola, a 11 de Novembro.

José Afonso

Cantor, compositor e poeta, foi um dos expoentes da canção de intervenção na luta contra o regime de Salazar. Os seus temas propagavam-se clandestinamente como uma bandeira de “resistência” e um hino à liberdade que alimentavam a esperança de mudança.

A sua voz ampliou-se com efeito catalisador junto da juventude, particularmente estudantil, e segmentos intelectuais e operariado. Para além de toda a sua vasta obra, o seu nome ficou indelevelmente ligado ao 25 de Abril, dado o seu tema “Grândola Vila Morena” ter servido de “senha” para o golpe militar protagonizado pelos “Capitães de Abril” que ficou conhecido como “Revolução dos Cravos”, por não terem sido usadas as armas de fogo.

Manuel Alegre

Natural de Águeda, cidade portuguesa situada na sub-região do Baixo Vouga (Região Centro) estudou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde foi dirigente estudantil.

Em 1962 foi mobilizado para Angola como oficial miliciano, tendo sido preso pela polícia política por se recusar participar na guerra colonial. Depois de, em 1963, ter regressado a Coimbra, sob residência fixa, consegue, no ano seguinte, desertar. Viveu em Paris até 2 de Maio de 1974, e, mais tarde, em Argel, onde foi locutor da emissora “Voz da Liberdade”. Regressa à Portugal depois da Revolução de Abril de 1974.

A sua vasta obra literária iniciou-se com o livro “Praça da Canção” (1965). Era um dos nomes mais conhecidos de uma geração coimbrã (1963-1965) ligada à colecção Cancioneiro Vértice, que publicou poesia intitulada “Poemas Livres”.

A sua poesia circunstancial, por vezes criada com o intuito de ser recitada e até musicada, inspira-se, na primeira fase, na luta contra a ditadura, no exílio e na guerra colonial. Por isso, alguns poemas seus tornaram-se canções de lamento e revolta de uma geração, como foi o caso de “Trova do Vento que Passa” ou “Canção com Lágrimas e Sol”.

Recomendado Para Si

Banda Maravilha passa testemunho sobre música angolana de raiz em “concerto – aula”

por Maria Custodia
20 de Agosto, 2026
DR

A Banda Maravilha será a principal atracção da primeira edição do “concerto-aula”, agendado para esta Quinta-feira, dia 20, às 20...

Ler maisDetails

Memorando entre ANA e Standard Bank termina com entrega formal do acervo fotográfico de Tchitundo-Hulo

por Augusto Nunes
20 de Agosto, 2026

O dirigente Justino da Glória Ramos, do Arquivo Nacional de Angola (ANA), e Aronildo Neto, administrador executivo do Standard Bank...

Ler maisDetails

Gabriel Tchiema e Edna Mateia prometem revisitar “raízes culturais angolanas” em concerto

por Jornal OPaís
19 de Agosto, 2026

O Palácio de Ferro, em Luanda, vai acolher, na próxima Sexta- feira, 28, do corrente mês, o espectáculo de Gabriel...

Ler maisDetails

FIC Luanda regressa em Novembro com mais de cem filmes e convidados de 15 países

por Jornal OPaís
19 de Agosto, 2026

O Festival Internacional de Cinema de Luanda (FIC Luanda) está de regresso à capital do país, quinze anos após sua...

Ler maisDetails

Mais Populares

  • Ministério do Interior disponibiliza consulta do estado das inscrições do concurso público

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Ministério da Saúde envia 21 profissionais para formação no Brasil e em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • 1º de Agosto entra com o pé direito no Girabola 2026/2027

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Menor de 14 anos abusada por 12 indivíduos adultos no Bié

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.