Angola vai dando passos no sector espacial. Para o desenvolvimento das capacidades nacionais, parcerias internacionais são necessárias. O impacto interno da transformação digital e o desenvolvimento sustentável são pressupostos do compromisso do Executivo quanto à afirmação da indústria dentro e fora do continente africano.
Para sustentar este processo, a formação de quadros em vários domínios tem sido o caminho. Instrumentos jurídicos para regular a área em questão vão fazendo parte da agenda. No quadro da diplomacia, Angola antevê contactos com o escritório da Organização das Nações Unidas para os Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA) e outros centros de estudos espaciais para obter mais experiência.
Na Cimeira Internacional do Espaço, que decorre em Paris, França, um dos pontos centrais da representação angolana será a assinatura da Declaração de Interesse para a Adesão à Aliança “SPACE4Ocean”. É uma iniciativa que promove a aplicação de tecnologias, dados e soluções espaciais para o benefício dos oceanos.
No maior evento da indústria espacial do mundo, cujos discursos de abertura cabem ao Presidente Francês, Emmanuel Macron, e à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, participará também em reuniões bilaterais.












