Na semana que decorreu a FILDA 2026, maior bolsa de negócios de Angola, e antes do ataque cibernético à infra-estrutura tecnológica da UNITEL, a maior operadora de telefonia móvel do país, esta semana, o presidente da Comissão Executiva da Mercury, antes MSTelcom, Francisco Pinto Leite, falou dos novos desafios da empresa, sem perder de vista o foco no oil & gas, sublinhando igualmente que é importante pensar na soberania dos dados. O reposicionamento da empresa no mercado traz consigo novas formas de actuar no mercado das tecnologias de informação. Por isso, Francisco Pinto Leite frisou também que a Mercury tem a responsabilidade de ser catalisadora de pequenas e médias empresas neste segmento
Quais foram as razões da transformação da MSTelcom para Mercury?
Antes de mais, obrigado ao jornal OPAÍS por esta oportunidade.
Como é sabido, a MSTelcom é uma empresa do Grupo Sonangol, está no mercado há 27 anos, começou no sector do oil and gas (petróleo e gás natural) e depois alargou-se para outros segmentos de mercado.
Adoptou a marca MSTelcom que, na realidade, significa Mercury Serviços de Telecomunicações.
É um reposicionamento (rebranding) acompanhado pelo tempo?
FILDA 2026







