O projecto da futura Autoestrada Oeste–Leste poderá criar mais de mil postos de trabalho directos e indirectos durante a fase de execução, segundo o Grupo GAV Construções, que assinou esta segunda-feira, em Luanda, um memorando de entendimento com o Instituto de Estradas de Angola (INEA) para a realização dos estudos e projectos da infraestrutura.
A estimativa foi avançada pelo representante do Grupo GAV Construções, Eugénio Cango Clemente, que considerou que a empreitada poderá representar uma importante oportunidade de emprego, em função das necessidades de mão-de-obra, operação de equipamentos, manutenção e funcionamento dos estaleiros.
O responsável defendeu uma maior participação do sector privado no desenvolvimento das infraestruturas rodoviárias, sublinhando que o grupo pretende mobilizar competências técnicas e parceiros internacionais com experiência na elaboração de projectos de autoestradas e na estruturação de financiamentos nos mercados internacionais para apoiar a concretização da obra.
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