Academia de Artes Ancestralidade, em Luanda, continua apostada no resgate da infância por via da Arte e do equilíbrio digital, utilizando o teatro e oficinas criativas para sensibilizar famílias sobre o impacto do uso excessivo de dispositivos digitais
A ideia é democratizar o acesso às artes desde cedo, oferecendo uma alter nativa tangível ao entretenimento passivo das telas de tablets e smartphones.
O projecto, que vai agora na sua III edição em tempo de férias, denomina-se “Desliga e Brinca, Menos Telas, Mais Ar te, Mais Infância”, e posiciona-se como um serviço público essencial em Angola, utilizando a ludicidade para enfrentar um de safio contemporâneo global.
O objectivo é promover uma reflexão sobre os perigos do uso excessivo das telas.








