O Banco Nacional de Angola afirma que, no mês de Abril, o crédito bruto ao sector não-financeiro registou um aumento de cerca de 1,2 biliões de kwanzas (15,6 %), cifrando-se em 9,0 biliões de kwanzas se comparado com o período homólogo. Entretanto, 84,1% representam o endividamento das empresas privadas e particulares, e 15,9% o endividamento do sector público, nomeadamente a administração pública e empresas públicas
A nota informativa do BNA, referente ao mês de Abril, adianta que o stock de crédito à economia, em moeda nacional, atingiu 7,3 biliões de kwanzas, registando um aumento de 959,0 mil milhões de kwanzas (15,1%), face ao período homólogo de 2025.
Já o endividamento do sector público não-financeiro totalizou 1,4 biliões de kwanzas, dos quais 65,8% referentes à administração pública e 34,2% às empresas públicas. Comparativamente ao período homólogo, registou-se uma expansão de 447,2 mil milhões de kwanzas.
Ao passo que o endividamento das empresas privadas e particulares registou um aumento de 773,7 mil milhões de kwanzas (11,3%), ao passar de 6,8 biliões de kwanzas em Abril de 2025 para 7,6 biliões de kwanzas do mesmo período.
Sendo que o endividamento das empresas privadas não-financeiras foi correspondente a 5,9 biliões, com um aumento de 520,8 mil milhões de kwanzas (9,8%), e o endividamento dos particulares cor respondeu a 1,7 biliões de kwanzas, com um aumento de 252,9 mil milhões de kwanzas (17,0%).
O crédito bruto direccionado ao sector real da economia totalizou 1,8 biliões de kwanzas, registou um aumento de 281,0 mil milhões de kwanzas (17,9%), em relação ao período correspondente do ano anterior, impulsionado principalmente pelo desempenho das indústrias extractivas, que registou variação de 251,8 mil milhões de kwanzas (48,4%).
Entretanto, o crédito total concedido ao abrigo do Aviso n.º 10/2024 do BNA para o fomento do sector real atingiu 1,4 biliões de kwanzas, representando 76,4% do total de crédito concedido a este sector e 15,8% da carteira de crédito bruto do sistema bancário.








