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Administrador da Jamba sob investigação por alegado desvio de bens e sobrefacturação

Jornal Opais por Jornal Opais
5 de Agosto, 2024
Em Sem Categoria

O actual administrador municipal da Jamba, Luís Marcelo Cambinda Ndala, está a ser investigado pelo Serviço de investigação Criminal (SIC), em função das acusações, por supostamente ter desviado alguns bens da administração Municipal do kuvango, onde exerceu a mesma função por mais de uma década

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Luís Ndala, exonerado recentemente do cargo de administrador do Kuvango e nomeado para exercer as mesmas funções no município da Jamba, está ser a acusado de se ter apropriado de um dos geradores deste munícipio, que se encontra privado do fornecimento de energia eléctrica há mais de um ano.

De acordo com uma fonte deste jornal junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC) na província da Huíla, o antigo gestor do município do Kuvango terá orientado a transferência do referido gerador do Kuvango para o Lubango, onde está localizada a sua residência.

Para além deste bem material, alguns dos moradores da vila do Kuvango acusam igualmente o seu antigo gestor de ter sobrefacturado em algumas obras públicas, concebidas no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza.

Trata-se de escolas e estradas, com realce para a reabilitação de uma rotunda na sede municipal, orçada em 10.284.752 de Kwanzas e 25 cêntimos, e a construção de uma escola de 12 salas de aulas, que custou aos cofres do Estado 219.510.836 de Kwanzas e 50 cêntimos.

De acordo com os habitantes do município do Kuvango, que falaram à nossa reportagem, a qualidade das obras executadas não transparecem os valores que as placas informativas trazem, o que levanta suspeitas de sobrefacturação.

“Basta que se olhe para a qualidade das obras que facilmente se pode depreender que os valores que as placas informativas nos apresentam não são reais. Um exemplo concreto é a rotunda junto à Igreja Católica.

Alguém acredita que os trabalhos de reabilitação daquela estrutura custaram mesmo mais de 10 milhões de Kwanzas?” Questionou.

A nossa fonte junto do SIC local revelou que o assunto já é do domínio da Procuradoria Geral da República, que ordenou, recentemente, a abertura de um processo investigativo, com vista a se apurar o que realmente se está a passar, bem como as acusações que pesam sobre Luís Ndala,

Luís Ndala nega acusações

Contactado pelo jornal OPAÍS para apurar as informações sobre as acusações que pesam sobre si, o então administrador municipal do Kuvango, Luís Ndala, refutou as acusações de tais crimes.

Ao telefone, o actual administrador municipal da Jamba negou todas as acusações e garantiu que, durante a sua gestão no Kuvango, nunca agiu à margem da lei e dos instrumentos que regem a Administração Pública.

Relativamente ao gerador, que segundo denúncias terá sido supostamente retirado do município do Kuvango para o Lubango, o responsável informou que tal facto não ocorreu nos termos que se está a dizer.

O que sucedeu foi a retirada de algumas peças que se encontram avariadas para serem reparadas no Lubango, uma vez que no município não existem técnicos capacitados para reparar este tipo de equipamento.

Acrescentou que recentemente a Administração Municipal do Kuvango procedeu à compra de um novo gerador, com mais de 100 Kv, a uma empresa nacional, que está a demorar com a sua entrega pelo facto de o mesmo fornecedor ter aquirido o bem no exterior. “Não sei o que se passa com as pessoas.

Existem dois geradores da captação de água, um de 90 Kv e outro de 80. Outro gerador é o de marca Caterpilar e fornecia energia ao município. Está aqui no Lubango numa oficina.”, frisou. Acrescentou de seguida que “quem quiser pode consultar o património.

Nós adquirimos um gerador, que é para fortalecer aqueles que estão no município, orçado em mais de 20 milhões, no âmbito do combate à pobreza. Este gerador já está no Lubango e, dentro de dias, estará no Kuvango, provavelmente seja isso que esteja a fazer confusão no seio da população”.

POR:João Katombela, na Huíla

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