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“Confiante que criminosos recebam o castigo justo” do Ministério Público

Jornal Opais por Jornal Opais
27 de Março, 2024
Em Mundo
This pool photograph distributed by Russian state owned agency Sputnik shows Russian President Vladimir Putin delivering a video address to congratulate teachers, mentors and educators on Teacher's Day at the Kremlin in Moscow on October 5, 2023. (Photo by Mikhail Metzel / POOL / AFP)

This pool photograph distributed by Russian state owned agency Sputnik shows Russian President Vladimir Putin delivering a video address to congratulate teachers, mentors and educators on Teacher's Day at the Kremlin in Moscow on October 5, 2023. (Photo by Mikhail Metzel / POOL / AFP)

O Presidente russo, Vladimir Putin, pediu ontem ao Ministério Público (MP) que imponha “um castigo justo” aos autores do ataque de sexta-feira numa sala de concertos nos arredores de Moscovo, no qual morreram 139 pessoas.

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“Estou confiante de que os procuradores (…) farão tudo o que for necessário para garantir que os criminosos recebam o castigo justo exigido pela legislação russa”, afirmou Putin, durante uma reunião com membros do MP.

O crime de terrorismo pode ser punido com a pena de prisão perpétua na Rússia, mas diversos políticos defenderam nos últimos dias a restauração da pena de morte para casos como o do ataque de sexta-feira.

Putin salvaguardou que os procuradores devem agir no âmbito das suas competências, “incluindo a apresentação de acusações estatais durante o processo judicial”.

O líder russo recordou que, “em resultado do ataque sangrento na região de Moscovo”, foram mortas, entre outras, “crianças, adolescentes e mulheres”.

“Os criminosos que cometeram este massacre foram detidos. Os investigadores estão a apurar escrupulosamente as circunstâncias que rodearam este crime bárbaro”, afirmou durante a reunião com membros do MP, citado pela agência espanhola EFE.

O Procurador-Geral, Igor Krasnov, admitiu que o ataque de Sexta-feira constituía “um novo desafio para todo o sistema dos serviços de segurança”. Krasnov apelou aos procuradores para que tomassem “todas as medidas para evitar a repetição da tragédia”.

Pediu também a activação de mecanismos que permitam minimizar a ameaça extremista e terrorista, e recordou os recentes surtos de violência nas repúblicas de maioria muçulmana do Daguestão e da Bashkiria.

Putin sugeriu na Segunda-feira a existência de uma “mão” ucraniana no ataque, apesar de ter sido imediatamente reivindicado pelo grupo ‘jihadista” Estado Islâmico, também conhecido pelo acrónimo árabe Daesh.

“E os nazis, como é sabido, nunca tiveram qualquer escrúpulo em utilizar os meios mais sujos e desumanos para atingir os seus objectivos”, disse Putin a membros do Governo e das forças de segurança.

Putin recusou-se a aceitar a hipótese avançada pelos serviços secretos ocidentais de que o ataque foi obra do Estado Islâmico da Província de Khorasan (ISPK), afiliado do EI.

“Sabemos através de quem este crime foi cometido contra a Rússia e o seu povo. Estamos interessados em saber quem o encomendou”, afirmou.

O conflito entre a Rússia e a Ucrânia agudizou-se em Fevereiro de 2022, quando Putin ordenou a invasão do país vizinho para o “desnazificar”.

O Tribunal de Basmanni, em Moscovo, decretou hoje a prisão preventiva por dois meses de uma oitava pessoa suspeita de envolvimento no ataque terrorista.

Trata-se de um cidadão russo originário do Quirguistão, de 32 anos, que os investigadores acusaram de ter alugado um apartamento aos presumíveis autores do massacre.

De acordo com os números oficiais, o ataque na cidade de Krasnogorsk, cerca de 20 quilómetros a noroeste do centro de Moscovo, fez pelo menos 139 mortos e 182 feridos.

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