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Crescimento da população aumenta procura de electricidade, diz estudo

Jornal Opais por Jornal Opais
17 de Outubro, 2023
Em Economia

Um estudo recente da Deloitte aponta que há um aumento significativo da procura de electricidade em virtude do crescimento populacional, da urbanização e do desenvolvimento económico

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Numa altura em que o consumo percapita duplicou entre 2010 e 2020, com base nas previsões de crescimento populacional, a procura de energia em Angola poderá aumentar 25% até 2030. O consumo energético é, ainda assim, relativamente baixo em comparação com outros países da região. O estudo aponta que apenas metade da população no país tem acesso a fontes de energia limpa para cozinhar e em várias províncias não se cumpre com a taxa mínima de electrificação definida pelo Governo, que é de 20%.

De acordo com o estudo apresentado na abertura da Africa Oil Week, na conferência inter- nacional, Angola deve reinvestir as receitas dos combustíveis fósseis no processo de transição para as energias renováveis. O documento sublinha que Angola pretende investir, substancialmente, na produção de energia renovável, incluindo a energia solar, a eólica e a hidro- eléctrica, para fazer face à pro- cura crescente e diminuir os actuais custos elevados da electricidade. A quota de energias renováveis no mix energético de Angola até 2030 deverá atingir os 70%, de acordo com as intenções do Governo.

Por outro lado, sendo um dos maiores produtores de petróleo de África, Angola depende deste combustível fóssil como fonte primária de energia, de divisas e de financiamento. Contudo, o declínio da produção petrolífera que se assiste nos últimos anos aumentou o interesse das autoridades nacionais pela prossecução de um processo de transição energético benéfico para o país. Atingir este objectivo depende, segundo o estudo da Deloitte, de um investimento considerável nas infra-estruturas de produção, transmissão e distribuição de energia. Ao mesmo tempo, e para aumentar a electrificação, o país deverá melhorar o seu quadro regulamentar para atrair investidores privados e investir em conhecimento especializado e no conteúdo local.

Este investimento pode ser feito com parte dos recursos provenientes da exploração do petróleo, por se tratar da maior fonte de receitas do país. Sobre o assunto, o responsável pelo Sector de Energia, Recursos & Indústria em Angola da Deloitte, Frederico Martins Correia, sublinhou que “a criação deste mix pode vir a favorecer significativamente Angola, porque o país tem enormes potencialidades na sua capacidade produtiva e pode aumentá-la com a co-habitabilidade de diferentes fontes alternativas. “A capacidade de geração de energia limpa, através dos nossos recursos hídricos e dos investimentos em curso em projectos solares, pode posicionar Angola na linha da frente no sector energético ao nível do continente”, disse.

Jornal Opais

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